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5 Festas Alternativas – e incríveis – de SP

Se tem uma coisa que me deixa #chatiada é quando saio pra conhecer um lugar novo e detesto o rolê! Sabe quando você cansa de ir pros mesmos lugares de sempre e resolve inovar? Pois é, quase sempre dá errado comigo, HAHAHA. Pra ajudar aqueles que também não tem muita sorte nesse quesito, revolvi apresentar pra vocês 5 festas alternativas super incríveis que acontecem aqui em São Paulo – assim as chances de você cair no lugar certo na sexta-feira à noite vão aumentar em disparada! Hahaha. Ah! Todas as festas são destinadas pra maiores de 18 anos.

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Sisterhood no Bar Secreto: A festa mais mudérninha e cheia de hipsters de São Paulo é comandada por molhéeeeeres minha gente! São 4 amigas que assumem as pickups do Bar Secreto, uma das baladas mais bem frequentadas da cidade ~vocês podem incluir a Madonna e o Bono Vox no pacote~. A música é ótima, o ambiente é aconchegante – e bem pequenininho – e o Martini Love é uma diliça! Só o preço que é salgado – geralmente mulheres pagam $60 consuma e homens $80. Tá podendo? Então vai com tudo que não vai rolar arrependimento!

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Glow in the Dark no Cine Joia: Quer brilhar muito na noite? Então corre pra Glow in the Dark! O pessoal que organiza a festa distribui canetas que brilham no escuro pra galera se pintar e todo mundo sai de lá parecendo uma espécie de índio futurista, hahaha. Quem vai de camiseta branca paga mais barato! Os ingressos da festa costumam se esgotar de 2 a 3 semanas antes da data prevista, por isso é bom já correr pra comprar o seu quando anunciarem uma data nova. No som rola muito indie rock e pop – eles meio que batem os cds do Strokes, MGMT, Two Door Cinema Club e Phoenix no liquidificador com os do Hot Chip, La Roux, Lana del Rey e Ting Tings. Adogo! As festas sempre estão super lotadas, então se você não é muito de multidões, não recomendo.

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Voodoohop no centro de SP:
Essa é pra ir de coração aberto e preparado pra viver uma experiência antropológica! Hahaha. A Voodoohop acontece em vários locais diferentes, e esses locais geralmente são anunciados somente alguns dias antes da festa – salvo pelas noites que rolam no prédio base deles, a Trackers, que fica do ladinho da Galeria do Rock. O pessoal que frequenta é 60% exótico e 40% aberto ao exotismo – quando digo que é exótico, é exótico mesmo. Os drinks tem preço justo e o som não segue um padrão – cada dia uma coisa diferente. O mais incrível é poder estar no centro de SP – que é lindo e deveria ser revitalizado antes que seja todo destruído – durante a noite sem medo de ser assaltado/morto, hahaha.

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Neu Club : Na verdade a Neu não é uma festa, é a balada! Como gosto de todas as festas que rolam por lá, decidi indicar o pacote completo, hehehe. O incrível do lugar é que o ambiente é totalmente simples: a balada é um sobrado! Rolou uma reforma por lá e eu ainda não fui após a re-inauguração, mas acredito que eles mantiveram o clima anterior. Parece que você tá em uma houseparty de um amigo, sabe? O clima é bem intimista mesmo! Não rola muita montação pra ir pra lá não, o pessoal costuma ir bem vestido mas sempre em uma pegada mais casual – tipo como se estivesse na casa dos amigos mesmo, hahaha. Se você quer sair pra dançar e beber com os amigos mas não quer se enfiar em uma balada fechada, vai pra Neu que é sucesso!

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Gambiarra na The Week: Se você quer dançar muito ao som de pop, músicas xumbregas e hits gays dos anos 90, esse é o lugar, HAHAHA. A Gambiarra é uma das festas mais incríveis que já fui na vida! Você não encontra uma pessoa com cara feia, todo mundo lá tá afim de ser feliz e curtir a vida adoidado, hahaha. Tem gente normal, tem gente moderna, tem patricinha e mauricinho, tem gente de chinelo e tem gente de salto alto. A festa é GLS mas metade do público é hétero, hahaha. Uma mistura louca de pessoas muito diferentes que deu muito certo! Fora o ambiente da The Week que é mais que incrível: são duas pistas de dança gigantotescas e uma área externa linda – e com piscina, e ó que a galera no verão se joga na água mesmo, hahaha.

Espero que curtam as indicações! Você frequenta algum lugar bem incrível e pouco conhecido pra indicar também? Então não esquece de contar pra gente nos comentários *O* Bisous, bisous.

Como encontrar o amor na balada

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Uma noite, você se viu encostada no balcão, com o drink na mão e olho na pista. Ninguém ali te interessava e tinha um cara nada a ver puxando assunto, sem perceber que você queria tudo, menos conversa. A única coisa que importava era a porta e o vulto dele chegando, vindo te encontrar, reparar que você comprou uma roupa nova só pra estar ali e que hidratou o cabelo.

Um dia você beijou um menino naquela balada enquanto tocava ting tings ou qualquer modinha da época. Vocês namoraram, pararam de ir pra balada porque se amavam demais pra sair da cama, começaram a se odiar porque sentiam falta da balada, terminaram pra poder ir pra balada e foram pra mesma balada onde tudo começou. Cada um em um dia. Ele ficou com alguém no estoque, você foi embora com saudade. Teve um outro dia que foi o contrario. Ele sentiu saudade quando cansou de fingir animação com todo mundo, só queria ver um filme e dormir abraçado com alguém. Você estava em outra pista, beijando um cara alto, e se perguntando se ele ia ser seu próximo romance.

Uma época você não quis mais ir pra balada, estava triste, não acreditava mais no amor. Achou até que ia ser assim pra sempre. Depois passou, você viu um flyer no Facebook, se perguntou se alguém que conhecia animava pra ir. Hidratou o cabelo de novo, colocou seu melhor modelo, enfrentou o frio, o sono, a fila e a ressaca que estava por vir. E você encostou no balcão de novo, dessa vez, não esperava ninguém na porta. Viu um cara gato na pista, viu ele de novo lá fora fumando, ele passou na sua frente mais uma vez. Você pensou que ficaria com ele. E ele te olhou de novo. Vocês ficaram. Casou na balada, sentou no sofázinho lá de cima, foi legal.

E aquele aniversário, você comemorou na boate. Todos os amigos, só alguns que faltaram e você até ficou triste, mas apareceram tantos que esqueceu. Tinha um cara que você queria muito que te ligasse e fosse pra lá, chegasse e te desse um beijo de cinema. Ele não te deu parabéns, mas você terminou a noite com um americano lindo, pena que ele beijava mal. E aí você foi em outras festas, algumas até na mesma balada, outros DJs, novos amigos. Gostou de um menino, ele tinha namorada. Ficou em duvida se pegava. E se você tivesse no lugar dela? Suas amigas encorajaram, seus amigos se fizeram de desentendidos. Você beijou o amigo dele, mas não era a mesma coisa.

E teve aquele seu amigo quase colorido. Ele te chamou pra ir lá, disse que a festa ia ser legal. Te deu uma cerveja na mão, te entendeu mais que o mundo inteiro, você ficou se perguntando se a amizade era tudo isso mesmo, será que não rolava estragar um pouco experimentando ficar com ele? Experimentou, foi bom, mas estranho no dia seguinte. Ele não te chamou mais pra sair com ele, ficou com medo de você cobrar algo a mais. E teve um que você pegou e que continuou tudo igual, nada mais aconteceu.

Teve também aquele amigo que te acompanhou em todas as pistas, todos os clubes, todos os hits da Britney. E o amor que você sentia por ele era maior do que o de um simples possível namorado, era amor de verdade, paixão de pista, porque ele te completava nos passinhos e entendia o que você queria dizer depois de cinco vodkas. Ele continuou sendo sua alma gêma.

Uma vez eu esperava o amor da minha vida do momento passar pela porta. Um baixinho barbudo chegou pra mim e disse: “tenta esquecer ele, linda”. Como é que ele sabia? Cheguei em casa e escrevi um texto romântico e cafona, que começava dizendo: as luzes da pista me lembram você. Infelizmente perdi essa obra prima. As mesmas luzes me lembraram outro, e depois outro. Depois um beijo, depois uma briga, depois uma paquera mal sucedida, depois uma volta secreta. As luzes me lembram todos os meus amigos, amores que nasceram em pistas ou que se reforçaram nelas, quando tocou aquela do Michael e nos abraçamos, decidindo ser o nosso hino dali pra frente.

A pista continua igual. A gente mudou. Mas ele vai estar sempre ali, o bom amor, amor que deu errado, o amor de uma noite, amorzinho de uma semana, namoro de um ano, 3 anos, o platônico que nunca nem chegou perto. Será que vou amar outro menino que passar na minha frente enquanto toca Pixies de novo? Se doer, se acabar, dê o seu tempo e volte lá. Ele pode estar de moletom cinza, quadriculado, vai se destacar na multidão, vai dançar de um jeito engraçado. Vai começar tudo de novo. Saia do balcão e vá dançar perto dele.

Esse texto foi escrito pela Jana Rosa <3 Me identifiquei absurdamente com a história! Acho que todo mundo da geração “Agora que sou rica” também passou por essa fase do amor de balada, hahaha. Espero que tenham gostado!

Look du Jour – $$$

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Comentei sobre produções de balada no post de ontem e vocês me pediram pra fazer mais looks do dia com essa temática. E olha só que ótimo! Ontem mesmo eu já havia tido esse idéia e, por isso, logo depois de fotografar o look mais despojadinho com chapéu e tênis, fotografei esse de menina rhyca! Notem que eu continuo seguindo na linha do conforto, mas dessa vez com muito mais gramú! A blusinha de paetê da Topshop foi presente de Natal da minha amada mamãe, assim como a regata da Espaço Fashion maravilhosa de ontem. Mãe com bom gosto é outra coisa, né? Hahaha. O shortinhos de crochê é aquele mesmo do look com a camiseta de panda, que ganhei da Chicwish. Esse shortinhos é incrível, combina com absolutamente tudo e é super confort. O sapato, apesar de alto, é uma wedge Jeffrey Campbell muuuito confortável! Eu gosto de usar com meia soquete pra subir a sensação de pantufinhas que esse sapato dá, hahaha. Comprei ele na minha viagem pra Califórnia, no começo do ano passado, e sou apaixonada por ele! O bracelete super phyno foi presente da Kafé Acessórios! Já mostrei aqui no blog as coisas lindas que eles me enviaram <3 Achei que o batom vermelho (ganhei da Lime Crime) combinou muito com o dourado e o tom do meu cabelo, deu uma cara mais chique ainda pro look. Tô adorando meu cabelo assim, liso e com franjinha de lado! Acho que vou dar um tempinho na franjinha reta e começar a usar mais desse jeito.

Espero que vocês tenham curtido os dois looks de balada que postei nessa semana! Vou tentar postar pelo menos um look por semana com esse tema daqui pra frente. O que vocês acham, meniunas? Ah! Não se esqueçam de dar uma passadinha gentil no Lookbook.nu pra hypar meu look! Ajuda pra caramba a divulgar, hehe. Beixinhos!

Blusa: Topshop
Short: Chicwish
Bracetele: Kafé Acessórios
Sapato: Jeffrey Campbell
Batom: Lime Crime – Retrofuturist